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Mostrando postagens com o rótulo Lyell

Cambridge Companion 8 - Brooke

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Cambridge Companion to Darwin (2003) Neste capítulo Brooke discutirá a relação de Darwin e do Darwinismo com a religião cristã de modo compreensivo e sem maniqueísmo; Brooke afirma que durante a época que Darwin proferiu suas ideias o literalismo bíblico já não estava em voga nos círculos mais cultos, no entanto os leigos religiosos ainda viam as ideias darwinistas como um ataque. O mecanismo de aumento de complexidade darwinista ia diretamente contra a cosmologia da origem humana bíblica. Adão tinha sido expulso do paraíso por sua imperfeição, enquanto que a raça humana havia se tornado mais complexa e sofisticada; O autor diz que outras perguntas podem ser feitas: Se os humanos compartilham o mesmo ancestral com todos os outros seres vivos, o que significa ser "feito a imagem de Deus"? A alma aparece durante o processo evolutivo? Se somos indistinguíveis de animais, não deveríamos nos comportar da mesma forma? Brooke diz que Darwin não tinha intenção de...

Cambridge Companion 6 - Radick

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Cambridge Companion to Darwin (2003) Radick discute os vínculos sociais e seu nível de influencia na formulação da Seleção Natural e em seu autor; Segundo o autor, existem duas teses acerca da sociologia da formulação da Seleção Natural: Tese da independência: Essa tese versa que o contexto vitoriano apenas acelerou a formulação da teoria, mas que dado o devido tempo, ela seria formulada em qualquer outro contexto inevitavelmente. Por essa teoria temos que a teoria de Darwin é uma verdade natural que seria percebida a qualquer um que acumulasse observações o suficiente do mundo natural; Tese da inseparabilidade: Nesse ponto de vista temos que a teoria é produto do contexto social de Darwin e que não teria surgido da mesma forma. Radick afirma que os três principais pontos da vida de Darwin que o levaram a formular a teoria foram: 1) Sua crença na transmutação das espécies; 2) As analogias e comparações entre a seleção artificial e natural; e 3) a epifania ocorri...

Cambridge Companion 4 - R.J. Richards

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Cambridge Companion to Darwin (2003) Nesse capítulo Richards discutirá os pensamentos de Darwin com relação aos aspectos menos físicos e palpáveis das espécies; Richards afirma que desde o início Darwin tinha os seres humanos em mente nas suas teorias sobre espécies, assunto discutido com mais profundidade em Bizzo (1992); Darwin acreditava piamente que o fatores mentais e instintivos poderiam ser afetados por adaptações a novas circunstâncias e assim após várias gerações os instintos animais poderiam dar origem às complexas emoções humanas; Segundo Richards Darwin recebeu principal influência da corrente filosófica conhecida como Romantismo Alemão [pesquisar mais sobre] , através de nomes como Humboldt, Goethe, Carus, Schelling e Schleicher, segundo Richards essa tradição começou com Richard Owen. Richards afirma que isso distingue Darwin da visão mecanista característica do século XIX, pois ele mantinha uma concepção Humboldtiana de natureza definida como "um comp...

Cambridge Companion 2 - Hodge

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Cambridge Companion to Darwin (2003) Após o retorno do Beagle, viagem discutida no ensaio anterior , Darwin passou os próximos anos em Londres, onde organizou suas anotações em livros, abriu vários "notebooks" e formulou todas as suas principais teorias; Darwin formulou nesses anos a teoria da origem das espécies (seleção natural), a pangênese, teoria da origem da moral a partir dos instintos e sua interpretação da expressão das emoções no homem e nos animais. Apenas duas teorias foram concebidas depois, a seleção sexual e o princípio da divergência de variedades e espécies, elaborações da seleção natural, segundo Hodge; Darwin abriu muitos cadernos para elaborar suas ideias: Notebook A - Geologia (jul. 1837); Notebook B - Zoonomia , leis da vida (jul. 1837); Notebook C - Sequência de B, ficou cheio em 1838; Notebook D - Sequência de C (jul. 1838); Notebook M - Metafísica (jul. 1838); Notebook E - Sequência de D (out. 1838); Notebook N....

Cambridge Companion 1 - Sloan

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Cambridge Company to Darwin  Sloan faz uma distinção entre "Natural History", "Natural Philosophy" e "Philosophical Naturalism". Darwin pertenceria a esse último segundo Sloan, pois para ele os PNs buscavam o entendimento geral e elaboração das Leis da Vida, enquanto os NHs eram sistematas e os NRs eram físicos; O pai de Darwin, Robert, o influencio com o Materialismo natural e seu avô, Erasmus, com seus escritos. Sua mãe era religiosa da igreja Unitarianista (rejeita a divindade de Cristo); Quando criança já colecionava diversas coisas e junto com seu irmão mais velho fazia experimentos de química; Segundo Sloan a autobiografia  passa uma visão errada de Edinburgo, ao focar só no aborrecimento e tédio. Segundo Sloan, nela Darwin foi exposto a Hutton, Grant, Lamarck, Geoffroy, além de despertar alguns interesses e afastá-lo da carreira médica; Com Cambridge foi o mesmo. Lá ele conheceu Sedgwick, Henslow, Whewell, Herschel, Aug. de Candolle, Hu...

Ogawa, Cannon, Riccardi

- Ogawa (2001) Li o artigo de Ogawa sobre o misterioso Collins citado por Darwin, ao que parece houve um erro que passou por Darwin em todas as revisões e ele, na verdade, se referia a Colling (provavelmente Charles, mas também poderia ser seu irmão Robert); Charles Colling é citado em trabalhos posteriores de Darwin algumas vezes; Segundo a autora Darwin deixou passar o erro, pois não conhecia muito bem Colling (importante criador de animais e híbridos ativo no século XVIII), outro motivo é que "Colling" é um nome incomum e facilmente confundido por "Collings" ou "Collins". - Cannon (1961) Neste artigo Cannon revela quem é o "grande filósofo" mencionado por Darwin na introdução da Origem. John Herschel era um dos cientistas mais famosos da época; O autor comenta muito a controvérsia Uniformitarianista vs. Catastrofista, Herschel era uniformitarianista e se posicionava junto a Lyell; Segue então a longa carta não publicada até entã...